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Seis autores. Seis cidades. Quatro países.
Seis olhares sobre o mundo.
Do literal ao literário.
Do político ao atlético.
Sem escalas. Sem fronteiras.
Semana de 21 a 27 de junho de 2009
Nenhuma cidade pode manifestar-se durante essa semana.
Semana de 14 a 20 de junho de 2009
PARIS: A cidade e boa parte de seus habitantes em ressaca, depois da "Fête de la Musique" que reuniu centenas de grupos de música de todos os gêneros nos bares, ruas, esquinas e praças da cidade com concertos gratuitos durante todo o dia e boa parte da noite. O Barão com pernas e pé pesados depois de uma longa caminhada de 28km pelas florestas do sul da região de Île-de-France, e Sarkozy fazendo hoje (segunda-feira) um discurso ao Congresso francês (Assembléia Nacional e Senado reunidos, um fato novo na política francesa, inserido na Constituição por iniciativa do monarca, digo, presidente). O Congresso se reúne no Palácio de Versalhes, e os deputados e senadores não têm direito a questionar o pronunciamento do Presidente da República Francesa enquanto este estiver lá. Somente após a sua partida poderão ser feitos comentários. Comunitas e verdes boicotam o "happening", e os socialistas não participarão do debate pós-discurso.
(As outras cidades não puderam manifestar-se durante essa semana)
Semana de 8 a 13 de junho de 2009
PARIS: Após as eleições para o Parlamento Europeu, uma atmosfera generalizada de ressaca. Ressaca certamente positiva para a UMP de Sarkozy, e negativa para François Bayrou, do MoDem (Mouvement Démocratique, centro), que teve uma performance muito abaixo do esperado. Grande e inesperado sucesso dos Verdes, que tiveram quase tantos votos quanto o Partido Socialista (que também sofreu uma grande derrota), colocando-se em 3.o lugar no horizonte político francês. Além disso, chuva.
(as outras cidades não puderam manifestar-se nessa semana)
Semana de 31 de maio a 7 de junho de 2009
PARIS: Por aqui, tudo gira por alguns dias em torno da tragédia do vôo AF447 da Air France cujo ponto de queda no oceano, segundo as últimas notícias do "Figaro" e do "Monde", já teria sido localizado - a algumas centenas de quilômetros ao noroeste de Fernando de Noronha. Sarkozy mesmo foi ao aeroporto Charles de Gaulle manifestar sua solidariedade aos familiares e amigos das prováveis vítimas, e "exigindo" das autoridades aeronáuticas a localização da nave perdida. Uma parte da imprensa francesa conjetura sobre a possibilidade de o avião ter sido vítima de um atentado terrorista, baseando-se nesta conjectura sobre as opiniões de um piloto da Air France, segundo o qual a hipótese de um curto-circuito provocado por um raio que teria atingido a nave seria "pouco provável".Veja a minha tradução da matéria do Figaro no corpo principal deste blog.
(as outras cidades não puderam manifestar-se durante essa semana)
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